OS NOSSOS VEREADORES SUMIRAM! VEJAM O FILME Clique no link, escolha o idioma, espere carregar e aproveite, vale a pena. http://www1.lost-in-val-sinestra.com/015494fb2d32e970a5
Escrito por Cebolinha às 19h36
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Canal 10 Rivera

Lembro dos finais de tarde, principalmente no inverno, quando ficávamos, eu e três ou quatro guris mais, em frente a um parelho de TV olhando para o logotipo da emissora de Tv, canal 10 de Rivera, esperando que a mesma iniciasse sua programação, o que sempre acontecia mais ou menos às 18 horas, horário que parecia não chegar nunca. Mas nós chegávamos bem antes à casa do Sr. Néro Menezes, situada à rua Vasco Alves, entre a 24 de Maio e Salgado Filho. Ele nos acolhia hospitaleiramente em sua sala, onde juntamente com sua esposa e dois netos que ele criava ficávamos quase no escuro, somente com a luz da sua TV, que era a única no quarteirão, envolvidos com episódios de séries como, Ultra 7, Robo Gigante, Chaparral e Bonanza. Como vocês podem notar o espírito do casal dono da casa era totalmente desprovido de egoísmo. Eles dividiam conosco, vizinhos apenas, os prazeres daquela raridade chamada televisão, em uma época onde ainda havia casas com luz de lamparina e fogão de “reververo”. Mas não se engane quem pensa que tudo eram flores. Cabia aos netos do casal, e somente a eles, incorporar os papéis principais, a nós visitantes, somente os personagens coadjuvantes. Meu trauma é nunca ter sido Bem Cartwright ( Lome Grene), um homem de propósitos na defesa do rancho Ponderosa, no seriado Bonanza. Que raiva! Mas passou, e os tempos hoje são outros, restou somente a lembrança terna daquele logotipo ( um burrinho no alto do Cerro do Marco). Velhos tempos, quando ainda havia casas com luz de lamparina e fogão de “reververo”.
Escrito por Cebolinha às 10h04
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Na cidade do Rio de Janeiro, fiscais sanitários responsáveis pelo combate ao mosquito da Dengue (Aedes Aegypti), invadem casas abandonadas onde há piscinas, também abandonadas, com água limpa ou suja. Aqui, ninguém se importa com isso!

Buraco da ex-piscina localizada no Jóquey Club, cheia até a metade com água podre.
Escrito por Cebolinha às 19h59
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Tráfico Internacional Eu acho até engraçado quando a polícia alardeia a prisão de traficantes santanenses (suspeitos inclusive de fazerem parte de uma rede de Tráfico Internacional). Nestes casos a palavra “Internacional” dá a sensação de um feito grandioso, de um intenso trabalho de investigação, envolvendo até birôs estrangeiros ( FBI, INTERPOL, CIA). Passa desapercebido ao cidadão desatento que aqui em nossa cidade tudo é “Internacional”: O ladrão, o pipoqueiro, o médico, até o Festival de Pandorgas é Internacional. E sendo o “Internacional” comum a nós fronteiriços, ele deixa de ser importante e passam a ser corriqueiros fatos acontecidos com estas características. Imaginem que em uma esquina qualquer um uruguaio aborda uma prostituta brasileira: - Não posso, não posso, o senhor é uruguaio e eu sou uma prostituta nacional. A nossa prostituição também é “Internacional”. Então deixemos de bobagem e comecemos a tratar a coisa como ela realmente é. Sem querer parecer que se faz mais do que realmente é feito. Aquele que foi preso, era um ladrão de galinhas, o traficante, um idiota, e a rede internacional, uma cambada de loucos de fome. Nós fronteiriços somos “Internacional” todos os dias, senão por opção, certamente pelo umbigo.
Escrito por Cebolinha às 00h56
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Alô Além Contam os metidos a engraçadinhos que aqui em Livramento há um vereador que se vale de forças ocultas para livrar-se de ações judiciais que existam contra ele. Dizem estes mesmos engraçadinhos que nada mais tem a fazer do que ficar inventando besteiras, que a terreira frequentada por este vereador localiza-se na cidade de Rio Grande, o que faz com que o referido cidadão tome passes via telefone. - Pronto, era só o que faltava! Está fundado o mais novo serviço de telefonia fixa: O Alô Além ! No Alô Além você coloca o telefone sobre a cabeça, preferencialmente a meia-noite, que a tarifa é mais barata e o bicho tá solto, e pronto, - Mizifio tá livre.
Escrito por Cebolinha às 12h20
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Escravidão Não ! 
"(...) a obrigatoriedade da prestação de serviços a determinado empregador nos remete aos tempos de escravidão e servidão, épocas incompatíveis com a existência do Direito do Trabalho, nas quais não havia a subordinação jurídica daquele que trabalhava, mas sim a sua sujeição pessoal. Ora, a liberdade, em suas várias dimensões, é elemento indispensável ao Direito do Trabalho, bem como a ‘a existência do trabalho livre (isto é, juridicamente livre) é pressuposto histórico-material do surgimento do trabalho subordinado (e via de consequência, da relação empregatícia)'. *Ministro TST, Caputo Basto.
Escrito por Cebolinha às 00h06
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Cebolinha E Os Seus Caderninhos.
Em se tratando de Gramática da Língua Portuguesa a grande novidade atualmente defendida com “unhas e dentes” pelos mais especializados professores e mestres é o emprego da norma internalizada, em contraponto a velha norma culta, no ensino de nossos jovens. Resumindo é assim: Situação 1- Se um aluno disser a outro aluno “Nós vai jogar futebol”, está errado? Não, segundo a norma internalizada. O fato da pessoa a quem o aluno que fala se dirige, neste caso a outro aluno, entender o que está sendo dito, torna os termos usados adequados ao contexto e nem mesmo um professor que assista ao referido diálogo deve “intrometer-se”, a não ser que seja solicitada sua intervenção. Situação 2- Se este mesmo aluno escrever um bilhete dirigindo-se à diretora da escola que diga “ Nós pode jogar bola ?” , daí sim, ele poderá ser orientado pois estará agindo de maneira inadequada, sendo a pessoa a quem ele se dirige uma autoridade. Segundo a norma internalizada não há certo ou errado mas adequando ou inadequado. Não gostei e postei no fórum: " Não consigo concordar, e esta é um opinião pessoal, sujeita a todas as agruras que uma opinião pessoal implica, quando o texto diz: (Do exposto, fica claro que ao professor de língua compete: - ter respeito pela variação linguística, não querendo, por exemplo, ”corrigir” seu aluno que “fala errado”.) Ora, porque não corrigir? Porque não aproveitar o momento oportuno ( escola, alunos, cotidiano)para mostrar a diferença entre a linguagem coloquial e a culta a seres em formação? Só porque os dois trocam bilhetes entre si ( situação 1), seres informais, habitantes de um meio informal? Tornam-se eles dignos do “domínio do padrão prestigiado socialmente” somente quando invadem o mundo dos culturalmente privilegiados( situação 2) e tornam-se inadequados? Alguns dias atrás, um dirigente sindical ligado a área da educação, acorrentado ao portão do prédio, endereço de uma secretaria estadual, declarou a uma emissora de TV que o entrevistava: - Eles vão ter que negociar cum nóis. Linguagem inadequada? Logicamente que sim. Mas será que este dirigente conhece outra forma de se expressar que não esta? Quantos bilhetes do tipo “situação 1” ele terá passado aos seus colegas utilizando este tipo de linguagem sem que alguém o tenha orientado (corrigido)? Acho este tipo de “respeito a variação linguística” perigosa, discriminatória até, pois cria espécies de tribos, a primeira, dos coloquiais, que bem pode ser denominada tribo dos “eles de lá que se entendam”, constituída por elementos incapazes de comunicarem-se de outra forma, senão da forma coloquial, tolerada quando em seu meio, passível de correção somente quando invade o mundo da tribo da formalidade, segunda tribo, compreendida por aqueles que desde muito cedo foram “corrigidos”." Fui rebatido veementemente ( nunca ganhamos deles) mas abriu-se “uma porta” por onde meus opositores passaram a admitir uma correção de maneira sutil e na hora apropriada. Para finalizar postei ainda: (Continuo achando que corrigir um ser em formação na hora e contexto apropriados, logicamente que sem constrangimentos, prepara um futuro cidadão para um mundo cada vez mais exigente. Penso que ao não corrigir, corremos o risco de formarmos grupos com linguagem própria e incompreensível a exemplo do que já ocorre dentro de nossos presídios. ) Tõ com medo que eles cancelem minha matrícula. ,
Escrito por Cebolinha às 10h08
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Compartilho com vocês o talento de Naudo Rodrigues, um Pernambucano que faz sucesso na Espanha. É só clicar http://www.youtube.com/watch?v=yjY3VNu271Y&feature=related 
Sempre que vejo alguém tocar violão assim me dá uma vontade de fazer lenha do meu. Reparem que ao fundo há gente que conversa, assovia, um até canta. É brincadeira, tem "guampa torta" em todo o mundo.
Escrito por Cebolinha às 11h54
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Cebolinha, O Adivinhão.
Dias atrás participei via telefone do programa Hora da Verdade, que vai ao ar aos sábados pela Rádio Cultura e que é apresentado pelo talentoso radialista Dagberto Reis. Entre outros assuntos, “previ” que o final da história de um guri que andava perambulando pelas ruas de nossa cidade, cometendo pequenos furtos e visivelmente drogado não teria um final feliz. Sou testemunha que o comando da Brigada Militar tentou que o referido guri fosse levado para a FASE ( Fundação de Atendimento Sócio-Educativo) na cidade de Uruguaiana quando o mesmo ainda era menor de idade. Nada foi feito. E agora ai está, o jovem delinquente, hoje com dezoito anos, acaba de confessar ser um dos assassinos de uma senhora, morta dentro de sua residência com sete facadas. É muito fácil ser “adivinhão” quando as histórias são sempre as mesmas. E agora, quem paga a conta pelo final trágico desta história que bem poderia ter acontecido com qualquer um de nós?
Escrito por Cebolinha às 10h36
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Sexta-Feira da Paixão, dia em que assim como os criminosos do colarinho branco, o diabo também está solto, o Jornal A Platéia destaca: “Vereador é indicado para receber Medalha D. Pedro II. Bernardo Fontoura recebeu 79% dos votos como vereador mais atuante do município, em pesquisa realizada pelo Instituto Tiradentes.” Inconformado por ter sido excluído desta importante votação o Blog do Cebolinha foi atrás de informações e depois de um estafante trabalho investigativo suspeitamos - o pleito foi secreto - que votaram a favor do nobre vereador: D. Pedro I; D. João VI; Carlota Joaquina; Maria Leopoldina e Deodoro da Fonseca. Além do que, foram às margens plácidas ouvidas: A Ipiranga, A Shell e a Petrobrás.
Escrito por Cebolinha às 12h10
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